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A retomada do Complexo de Favelas do Alemão no Rio de Janeiro foi algo cinematográfico. Uma ação conjunta entre Polícias, Exército e Marinha para libertar os moradores do controle dos traficantes. Na verdade, uma resposta à ousadia dos bandidos. Cenas impressionantes foram transmitidas ao vivo por toda grande mídia. Foram incineradas 40 toneladas de drogas, mais de 300 armas de grosso calibre foram apreendidas, 200 motos recuperadas, veículos, casas de luxo foram tomadas, e ainda assim teve muita gente insatisfeita. Na internet encontramos pessoas afirmando que tudo não passou de “pão e circo” para o mundo se sentir seguro na Copa de 2014. Outros afirmaram que nada irá resolver, afinal quando a polícia sair, os traficantes voltarão, mesmo com as UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora). Jornais deram ênfase à fuga de bandidos em carros da Polícia Civil carioca.
É uma questão delicada, meu amigo.
Na guerra do vietnã, soldados americanos usavam drocas para não enlouquecer. Como diz nosso amigo Jorge, a diferença entre o remédio e o veneno está na dose.
As drogarias estão cada vez mais sofisticadas, as drogas estão lá, quem usa droga é viciado, doente. Ao invés de remediar, melhor e prevenir.
No mapa da miséria, está também as drogas, não há lugar para drogados nas cadeias, nem tem espaço, mas a llegalização cria uma forma de se espalhar os aviõezinhos por toda parte.
Temos problemas mais sérios que não conseguimos resolver, as drogas já fazem parte do crime organizado, localizado nos morros, que nunca vão se resolver, não com essa falta de infra-estrutura que temos. As comunidades tendem a crescer e escolher seus caminhos.
sou contra as drogas, cachaça, cigarro e burgueses hipócritas, assim como policiais, políticos e pilantras corruptos.
ABS